Trabalhador independente

Simulador de recibos verdes

Percebe quanto deves reservar para impostos, Segurança Social e margem de segurança quando trabalhas por conta própria.

Orientador

Recibos verdes têm regras específicas de IVA, IRS, Segurança Social, isenções e enquadramentos. Esta ferramenta é educativa e simplificada.

Dados

Resultado

Preenche os dados.

Regra prática

Quem trabalha a recibos verdes não deve gastar tudo o que recebe. Uma parte do dinheiro ainda pode ter de pagar impostos, contribuições e meses mais fracos.

Conta separada

Guarda a reserva numa conta à parte para não confundir com dinheiro disponível.

Meses irregulares

Se faturação varia, calcula pela média dos últimos 3 a 6 meses.

Despesas

Regista despesas profissionais e guarda comprovativos.

O maior erro nos recibos verdes

O erro mais comum é olhar para a faturação como se fosse salário líquido. Em trabalho independente, o dinheiro que entra ainda pode ter de cobrir impostos, Segurança Social, ferramentas, deslocações, meses sem clientes e férias não pagas.

Reserva antes de gastar

Assim que recebes, separa logo uma percentagem para impostos e contribuições. Se deixares para o fim do mês, é muito provável que o dinheiro desapareça.

Cria preço com margem

O preço do teu serviço deve incluir tempo de execução, impostos, ferramentas, prospeção, comunicação com cliente e períodos sem trabalho.

Guarda comprovativos

Organiza faturas e despesas profissionais. Mesmo que não uses tudo agora, ter documentação organizada evita dores de cabeça.

Checklist mensal para independentes

Guia aprofundado

Antes de usar esta ferramenta

Uma ferramenta financeira só é útil quando ajuda a tomar uma decisão concreta. Antes de introduzires valores, pensa primeiro no que queres descobrir: se consegues poupar mais, se uma despesa cabe no orçamento, se um rendimento é suficiente ou se precisas de criar uma margem de segurança.

No FaturaCerta, a lógica é simples: perceber o dinheiro que entra, perceber o dinheiro que sai e transformar essa informação em decisões mais calmas. A maioria dos problemas financeiros não começa por falta de inteligência, mas por falta de visibilidade. Quando não sabes exatamente para onde vai o dinheiro, qualquer decisão parece nevoeiro.

1. Usa valores realistas

Não coloques valores ideais. Coloca aquilo que acontece mesmo. Se gastas 220 € em alimentação, não coloques 150 € só porque gostavas que fosse esse o valor.

2. Testa cenários

Experimenta um cenário normal, um cenário apertado e um cenário otimista. Isto mostra se o teu plano é robusto ou se depende de correr tudo perfeito.

3. Decide uma ação

No fim, escolhe uma ação pequena: cortar uma subscrição, aumentar poupança em 20 €, criar reserva ou rever uma despesa fixa.

Cuidados que esta ferramenta ajuda a ter

Perguntas para refletir depois do resultado

Este resultado dá-me segurança ou só parece aceitável?

Se sobra muito pouco, talvez o plano funcione no papel, mas não aguente imprevistos.

Tenho despesas fixas demasiado altas?

Despesas fixas altas reduzem liberdade. Renda, carro, créditos e contratos merecem revisão cuidadosa.

Consigo manter isto durante 6 meses?

Um orçamento bom não é aquele que funciona uma semana; é aquele que consegues repetir.

Qual é o próximo passo?

Escolhe uma ação simples e com prazo. Por exemplo: “até domingo vou cancelar uma subscrição” ou “vou guardar 30 € este mês”.

Última atualização: 10/06/2026 · Informação orientadora.

Próximo passo

Continua sem perder o fio

Esta página faz parte do percurso NB. Podes guardar progresso, criar um plano, comparar decisões ou voltar ao painel.